Humana Portugal. É a minha cadeia de lojas em 2ª mão favorita. A preferida é a da Almirante Reis, onde consigo encontrar Jelabas verdadeiras a 4 Euros e Saris de Seda a 7 Euros. Podem deixar lá as peças de roupa que já não querem ou que já não lhe servem, e estas são depois colocadas à venda por valores irrisórios. Acontece que com o que pagamos por essas peças, estamos a contribuir de forma activa para ajudar a construir escolas e outras estruturas essenciais, nos Palops. Existem também vários contentores onde podem deixar a sua roupa... na minha zona de residência há uma no Pai do Vento e outra na Amoreira. Já pedi para colocarem uma no Monte do Estoril. Já tenho tanta confiança com eles que até me guardam roupa, quando têm a certeza de que vou gostar e até me confidenciaram que ali se abastecem várias lojas do Bairro alto. É o sitio ideal para encontrar vestidos vintage ou as túnicas da avozinha. Lembro-me que um dos melhores achados que fiz ali foi uma t-shirt preta e justa dos Ramones.terça-feira
Boas Ideias
Humana Portugal. É a minha cadeia de lojas em 2ª mão favorita. A preferida é a da Almirante Reis, onde consigo encontrar Jelabas verdadeiras a 4 Euros e Saris de Seda a 7 Euros. Podem deixar lá as peças de roupa que já não querem ou que já não lhe servem, e estas são depois colocadas à venda por valores irrisórios. Acontece que com o que pagamos por essas peças, estamos a contribuir de forma activa para ajudar a construir escolas e outras estruturas essenciais, nos Palops. Existem também vários contentores onde podem deixar a sua roupa... na minha zona de residência há uma no Pai do Vento e outra na Amoreira. Já pedi para colocarem uma no Monte do Estoril. Já tenho tanta confiança com eles que até me guardam roupa, quando têm a certeza de que vou gostar e até me confidenciaram que ali se abastecem várias lojas do Bairro alto. É o sitio ideal para encontrar vestidos vintage ou as túnicas da avozinha. Lembro-me que um dos melhores achados que fiz ali foi uma t-shirt preta e justa dos Ramones.Tenho saudades de...
... ler a página 4 da Xis, por Faiza Hayat.
Também tenho saudades de beber um Martini, ao final da tarde... talvez daqui a uns meses.
Também tenho saudades de beber um Martini, ao final da tarde... talvez daqui a uns meses.
domingo
6 degrees
Já vai no 4º episódio. É uma das melhores séries que já se viu nos últimos tempos, depois de "O sexo e a Cidade" nos ter deixado cheias de saudades. Esta série conta a história de 6 pessoas, que vivem em NY e cada um deles não têm a noção de como as suas escolhas influenciam a vida dos outros cinco. Está baseado no conceito popular de que estamos separados do resto do mundo por apenas seis pessoas. Um argumento formidável!Passa da RTP2 às segundas-feiras, às 22.40.
quinta-feira
A gramática da fantasia
Este livro andou perdido no meio da mudança e estou muito feliz por o ter encontrado de novo. É um livro sobre as várias formas de criar histórias para crianças e não só. Na verdade assim que se começa a ler, a nossa cabeça começa a fervilhar de ideias e os episódios fantásticos começam a aparecer. Aconselho não só aos jovens pais, mas também a todos aqueles que, como eu, são fascinados por escrita criativa, porque o autor conduz-nos até aos baús da imaginação e lança-nos numa espiral de exercícios de criatividade surpreendente. Uma das coisas que mais me fascinou no livro foi um conselho que de certeza vou pôr em prática com a minha filha: que ela tenha uma arca cheia de roupas de disfarce que possa usar sempre que brinca em casa, e não só no carnaval, de forma a manter activa a fantasia tão necessária a todas as crianças. O exercício que me adormeceu ontem à noite foi o de criar palavras através do prefixo arbitrário, tais como: "descanivete", "descabide", "desgaiola". Podemos sempre criar novas versões do exercício: o do sufixo arbitrário, o da justa-posição arbitrária... e a partir destas novas palavras criar histórias fantásticas. O autor é Gianni Rodari, e é da Caminho, colecção cadernos do professor.
quarta-feira
Os convida
Sou a verdadeira da papeleira. O meu marido inclusivé diz que eu devo ter uma doença qualquer por causa da minha relutância em deitar revistas, jornais e almanaques fora. É verdade e confesso: é-me difícil separar de tudo o que seja papel. Coleciono recortes de tudo e mais alguma coisa, se vejo uma fotografia gira, numa revista, arranco-a logo e guardo, costumo ir direitinha aos expositores de postais grátis e trago os mais giros... é doença. Um dos casos que ganhou particular espaço na minha colecção são os convida. Estes Guias da cidade são lindos, têm sempre umas capas maravilhosas, fotografias da cidade a PB e uns mapas destacáveis super úteis. Podem ser encomendados e recebidos em casa por apenas 5 euros. No entanto se tropeçarmos por eles (eles andam aí) em determinados locais podemos levá-los grátis. Para além do mais estão bem escritos e apetecem!Descobri o meu primeiro quando praticava aulas de Dança Oriental no Ateneu Comercial de Lisboa. Agora coleciono e precorro a cidade em busca dos exemplares que me faltam.
terça-feira
A minha almofada favorita
Lembram-se de vos ter falado nela? Pois... não resistiu a uma tarde passada sozinha com a Fiona!
Boneca do Quénia
sexta-feira
Limitações ao menu II
Ah, já para não falar que a minha médica pôs-me a dieta, por já ter 13 quilos (o normal para a gravidez toda) em 6 meses. Assim também estão proibidos os bolos, os doces, as compotas, marmelada, frutos secos, sumos de fruta...
Só estou autorizada a comer bolachas maria... mas só em caso de total desespero. Deus me ajude.
Só estou autorizada a comer bolachas maria... mas só em caso de total desespero. Deus me ajude.
As limitações ao menu
Estar grávida significa que temos de limitar o nosso menu, numa série de coisas: saladas fora de casa, alcool, marisco, peixe cru, queijos moles, etc... etc...
É justamente nesta fase que não me sai da cabeça uma pratada de esparguete com ameijoas acompanhada de uma sangria de champanhe e romãs. Apetece-me tanto, tanto, tanto que as palavras afogam-se-me, na água da boca.
sábado
Estar grávida
Esta é a minha primeira gravidez. Sabia que o estava, devia ter apenas uma semana de gestação. E não foi só porque a minha amiga Rita já me tinha dito que eu estava... eu tinha a certeza.
Primeiro veio aquela sensação de que está tudo a olhar para a minhas mamas... deixem que me explique: mamas foi coisa que nunca tive nem senti falta, habituada que estava à ausência delas, sempre fui muito leviana em relação a sotiens e à fundura do decote. De um momento para o outro passei a dar espectáculo de graça, ao ponto de o meu marido ter ameaçado alguns tipos na rua... foi aí que percebi que algo tinha mudado.
Depois vieram os ataques de sono a meio da tarde que me deitavam por terra.
Quando tinha 7 dias de atraso fiz o teste: o sangue abandonou-me o cérebro e por momentos toda a imagem para além daqueles 2 tracinhos ficou desfocada. Fui acordar o Paulo ainda um pouco trémula e depois de nos terem chegado as lágrimas aos olhos, abraçámo-nos.
Daquele dia até cá passou muita coisa: tive enjoos, fomes indescritíveis, rezei para não ter desejos de macaco do nariz, os sentidos apuraram-se para o dobro, e chorei ao ver anúncios publicitários. Mau mesmo? O dia em que vesti a cinta pela primeira vez (senti que tinha deixado de ser a miúda sexy que sempre senti que era), o dia em que me incharam os pés de tal forma que eu não deixava o meu marido aproximar-se para os examinar, com medo que ele deixasse de gostar de mim (sim estas coisas passam-nos pela cabeça) e, os sermões da minha médica relativamente ao aumento de peso.
No entanto este é um estado de graça, porque só nós sabemos o que é trazer um Ser na barriga que pontapeteia em reacção ao que comemos ou a cada volta na cama. A sensação de sentir a minha filha dentro é de uma profunda serenidade. Tão perto que ela está, nunca ninguém esteve... e creio que é por isso que não há nenhum amor que se sobrepõe ao que sentimos pelos filhos.
Tudo agora faz sentido, até cachecol do Celtics que o Paulo tem: "you will never walk alone".
sexta-feira
Tenho saudades de...
ler o DNA. Até me lembro do cheiro que tinha, muito por causa da tinta e da textura das fotografias do Augusto Brázio. Depois vinha o tempero das reportagens da Sónia Morais Santos. Os passeios da Camila Coelho, por Lisboa. O Sir Miguel Esteves Cardoso em directo do Hotel Palácio, no Estoril. As entrevistas da Anabela Mota Ribeiro e do Carlos Vaz Marques, de uma forma que não se aprende a fazer na universidade. O garfo do João Gobern.
Do Mário Vargas Lhosa ao Carlos Quevedo passando pelo Edson Athaide tudo sob a batuta do Pedro Rolo Duarte. Não ficava nada por ler e isso era uma sensação óptima, para quem gosta de empregar bem o seu dinheiro. Era como se de repente saíssemos da nossa vida e fossemos parar a um qualquer lugar cheio de sentido, bom humor e sobretudo, cultura.
Fernanda Câncio
A jornalista Fernanda Câncio assina uma crónica do Notícias Magazine (20 Jan), que submete ao tema "Do lixo, com glamour". Ora, ela fala de pessoas que, como ela, recolhem objectos abandonados, velhos, decrépitos, do lixo, da rua ou dos contentores das obras. Fala das pessoas que tão carinhosa e determinadamente acolhem estes "seres" nas suas casas e lhes dão nova vida e novo uso. Com a sua forma sempre deliciosa de apontar o dedo, Fernanda consegue fazer com que este tipo de pessoas (com as quais me identifico totalmente, eu própria estou sempre de vigília à berma) pareça normal aos olhos dos outros. Obrigado!
quinta-feira
segunda-feira
Quero um
O livro é enorme e chama-se "Bright Young Things" de Brooke de Ocampo (autora) e Jonathan Becker (fotógrafo). A jornalista e trend setter conseguiu convencer esta gente (Moby, Lulu de Kwiatkowski, Jane Lauder, Patricia Herrera), muito novinha e cheia de bom gosto, a mostrar as suas casas. Assim temos um apanhado de ideias fresquinhas sobre espaços pessoais.
Boas ideias
Esta ideia nasceu com um objectivo: fazer uma biblioteca mundial, de livros grátis, assente no "lê e liberta". Com mais de 600 mil membros, e quase 5 milhões de livros registados a circular, o bookcrossing promove não só a leitura como a libertação material. Eu vou fazer batota e vou libertar um livro repetido. Vou largá-lo num banco de jardim.
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