
segunda-feira
Assim nascem uns cortinados
First day in the woods
quinta-feira
O quanto ela ama o papá

e eu também. É o nosso tronco!
O Paulo esteve fora dois dias e foi uma aventura só para sair de casa. Ontem tomei banho com a Cat a olhar para mim aflitissima com o facto da mãe estar nua, molhada e no meio de uma núvem de vapor. Hoje era eu que estava aflita com ela a enfiar coisas pela sanita abaixo.
E sair de saltos com ela, a mochila dela, o portátil e o almoço, sem elevador?! Uma façanha.
Como é que fazem as mulheres sozinhas? Deus nos ajude a ter sempre os maridões por perto.
A minha escrava
Nós - nº 3

Estas capas são lindas. Neste número gostei especialmente da revisão do conceito de ideia, por vários profissionais. E de ficar saber que Portugal é um país de inventões que "varrem" os prémios todos da feira de Genébra. Infelizmente são poucas as ideias que vingam, porque o tecido empresarial não está virado para o investimento na inovação, no incerto, no não experimentado. Se eu mandasse seria obrigatório as empresas privadas terem uma quota de investimento obrigatório numa nova ideia, sua ou de outrém.
A aprender

Sinto-me totalmente realizada quando estou em processo activo de aprendizagem. É por isso que ando sempre metida em cursos e workshops. E assim têm sido os meus serões a ler, sob o candeeiro antigo e recuperado da avó do Paulo, o Grande Livro dos Lavores. Espero brevemente poder dizer que ultrapassei duas grandes dificulades minhas: o crochet e o tricot. Há minha volta, quem domina estas técnicas já perdeu a paciência de me ensinar, tal não é a incapacidade, por isso agora estou numa de auto-didacta.
O meu marido passa a vida a dizer que as pessoas não têm de saber fazer tudo.
Mas que raio, se toda a gente faz crochet e tricot, porque é que eu não hei-de conseguir? Além do mais eu passei com 14 valores a semiotica... e isso sim é que era díficil!
Parodiantes de Lisboa

Povoaram a nossa infância com um humor mordaz. Dali nasceram personagens como as "Manas Catatuas" ou o "Patilhas e Ventoinha". Foram a voz subtil da oposição ao regime, fizeram o balanço dos excessos depois do 25 de abril. Representaram a voz do que todos queriamos dizer.
O programa intercalava com o anúncio do "Pólo Norte, Pólo Sul e o Polilon!". Ficam as saudades, já que os novos parodiantes de Lisboa, passam pouco nas rádios de lisboa. Mas ficam estas pérolas: Os barretes dos parodiantes. São uns bolinhos fabulásticos, pouco doces para nos adoçar a boca como outrora nos adoçaram os dias... na pérola do Rossio!
quarta-feira
Nós - nº 2
Apenas uma pequena correcção jornalística: a minha amiga Isabel Figueira realmente cobrou 50.000 Euros a uma revista pela primeira sessão fotográfica com o filho Rodrigo, mas não os doou a uma instituição de protecção de animais. Doou sim a várias instituições de crianças carenciadas.
Tenho estado com uma Portugalitite Aguda
Na semana passada tive uma reunião com uma senhora espanhola, de uma instituição que devia prezar pelas boas relações entre os nossos dois países... mas não vou falar dessa reunião (muito!).Vou falar do que ela provocou em mim: para além da azia, um enorme amor pela minha Pátria, um orgulho desmesurado por ser portuguesa, uma paixão pela minha Língua e pela forma particular de ser Tuga! E disse à señorita que assim era, não porque uns ou outros fossem os melhores, mas exactamente porque somos diferentes, muito diferentes... tão diferentes que só comparáveis pela diferença!
Sim, não temos tapas nem boquerones, não temos uma marca de automóveis, nem um espanhol na lista dos 10 mais ricos da Forbes, nunca recebemos um Óscar, não temos nenhum realizador ou actriz em Hollywood. Não temos uma marca de roupa, pizza ou de estética disseminada por todo o mundo... é verdade.
Mas temos orgulhosamente pastéis de bacalhau e rissóis; já tivemos uma marca de automóveis; O Belmiro faz tão bem as coisas que os espanhóis compram no Continente em Espanha a pensar que a marca é espanhola. Os nossos vinhos são melhores, a provar: Quinta do Côtto, Quinta do Crasto, Quinta da Silveira e Guarda Rios; E ainda temos um vinho que é verde!
Não temos um Óscar, e na verdade também não temos um Nobel, porque eles ficaram com ele (Assim como assim, Saramago, espero que desejes ser enterrado por aí! De ti só queremos que te mantenhas vivo e escrevas, e ficamos com a teoria de que o Cristóvão nasceu numa terra perto da tua). Afinal lembrei-me e temos duas marcas de roupa disseminadas pelo mundo inteiro: a Lanidor e a Fly London. E o Nicholas Cage só oferece sabonetes Arch Brito aos amigos no Natal. E o Paul Auster só usa cadernos Emílio Braga. E a Delta cafés não despede trabalhadores!
E ainda: conseguimos falar línguas estrangeiras como ninguém; temos uma palavra chamada "saudade"; temos um FADO; Pão de Mafra; tortas de Azeitão, queijo da Serra e da Ilha; Na rua andamos sobre obras de arte desenhadas na calçada; Uma guitarra con nuestra nacionalidad e já agora o registo do que tocou o Paredes. Os táxis são quase todos Mercedes. Eléctricos amarelos e velhinhos (giríssimos); Vinho do Porto e da Madeira, Francesinhas, Pastéis de Nata; Um galo colorido (ao invés do touro chunga e gigante que só revela pilinha pequena e mão leve!); Fizemos uma revolução sem matar ninguém; E não nos odiamos uns aos outros! Temos o Santo António e os manjericos, Filigranas e por enquanto loiças da Bordalo Pinheiro; Bicas e cimbalinos, garotos e cariocas, galões e meias de leite, curtas e italianas, escaldadas e pingadas e outras mil maneiras de pedir café.
E last but not the least (bem pronunciado): O Cristiano Ronaldo, a quem nuestros hermanos (também bem pronunciado) terão de pagar uma fortuna que só pesará a favor na nossa balança comercial!
E pronto por hoje fico por aqui, mas prometo voltar ao assunto... entretanto, democraticamente depois deste monólogo, proponho o debate. Quão diferentes, não é? Ponham essas cabecitas a pensar.
quinta-feira
Lisboa, outra vez
terça-feira
Nós

Foi com muita emoção que este sábado saí à rua para ir comprar o i. Esperava com expectativa a revista "Nós". Eu explico a minha ansiedade: sou uma orfã assumida do DNA. E sinto que voltei a ser adoptada!
Estou novamente fã, da primeira à última página, de uma publicação. O papel é uma delícia, a côr e o grafismo espevitam o mais sonolento dos domingos. Estava desejosa que a Cat fosse fazer a sestinha para ter o meu momento: chorar com a Sónia Morais Santos e reflectir com o MEC. As fotos do Augusto Brázio quase me tentam a enfiar uma tesoura no 1º coleccionável e decorar mais uma parede da sala. Aliás, decidi que vou passar a comprar 2 exemplares por fim-de-semana, um para assassinar à tesourada e recortar o que me apetecer e outro para guardar religiosamente e deixar em testamento à minha filha.
Vamos ter, pelo menos, 49 semanas mais felizes. - E com esta volto a fazer corar o Pedro Rolo Duarte. -
Work done


Lembram-se dela? Pois já renasceu e ficou mesmo, mesmo parecida com as "primas" carrísimas da empresa portuguesa (sediada em londres) Homes in heaven.
Voodoo e Patine a costumizar velhos cacos desde 1994!
quinta-feira
Confissões de uma craftaholic
quarta-feira
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