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quarta-feira

De novo mais uma super mulher

Há uns meses falei deste tipo de mulheres que anda por aí e que são verdadeiras heroínas da vida real. Elas deviam ter umas capas compridas e, tal como na banda desenhada, deviam poder voar... porque os super poderes já os têm.
É o caso da minha amiga Mónica, que aliás devia ter incluido logo no primeiro post sobre o tema. O marido tem um cargo importante numa empresa igualmente importante, viaja muito e foi sempre assim. Ela trabalhava como educadora, mas a estabilidade financeira que adveio da progressão profissional do marido permitiu-lhe deixar de trabalhar. Mas esta super mulher, em vez de fazer o óbvio e virar dondoca de Cascais decidiu voltar a estudar. A determinada altura estava a fazer dois cursos: linguagem gestual e terapia da fala, e só tira notas sempre a roçar o 20.
E tem os dois filhos melhor criados de que há memória: a Matilde é uma bonequinha que nem uma mão cheia de anos tem, mas já aprendeu o conceito de diplomacia e o Duarte é serio, delicado e generoso. Ambos usam vocabulário de adultos.
Mas gostava de incluir aqui outra nuance, a do super casal. Os meus amigos Mónica e Daniel são de longe um dos casais mais felizes que já conheci. Dei-me conta disso ao vê-los felizes no meio da festa dos santos populares, entre sardinhas e manjericos, ele a meter conversa com quem quer que lhe passasse a sangria, ela fã da maneira de ser dele. Dei-me conta disso no casamento de uma amiga comum, onde os dois protagonizaram a coreografia de uma música latina, de tal forma coordenados e divertidos que era impossível não alinhar com eles. Dei-me conta disso quando ele fez com as próprias mãos, a prenda que ela pediu, tendo em conta que podia perfeitamente ter pago a alguém para construir o deck da casa.
Ela é super em todos os seus papéis: a mãe, a mulher, a esposa, a estudante, a profissional, a amiga. Que sorte eu tive que o meu caminho se cruzasse com o teu, minha querida.
Hoje inicia-se uma secção de posts que terá a regularidade mensal para falar destas senhoras de capa vermelha invisível.

Sonho de uma noite de verão


Em casa a curtir estes dias de descanso, preparei uma das nossas refeições preferidas: petiscos saudáveis. E para mim Caipirinha, que o Paulo não bebe.

Batatas assadas com dijon
Salada Caprese com sésamo
Tábua de queijos
Frutos do mar em limão e coentros - que não ficou pronto a tempo da foto.

Estás a ver o que perdeste, Maria?! Mas estás perdoada, se eu pudesse e tu me deixasses, também estava sempre a fugir para o alentejo, para a tua casa. Na sexta preparo mais petiscos saudáveis, mas para ti é com vinho tinto!

Deram-me uma relíquia

É uma singer dos anos 20/30. E é linda tal como a Carlota, ex-namorada do meu marido, que conhecendo a minha afeição por antiguidades decidiu oferecer-ma.
Mais uma vez a vida mostrou-me que quando pomos em marcha o movimento de dar... recebemos. Eu tinha tido uma semana em que dei, conscientemente, todos os dias, de formas variadas. No fim recebi esta relíquia.

Lisboa, minha amante










Adoro a minha cidade, sou mesmo portuguesinha 100%, alfacinha de gema, natural de arroios. Uma bairrista que viveu toda a vida na linha, nunca vivi na cidade, me confesso é na Almirante Reis que eu me sinto em casa.
Este Santo António encontrei-o na montra de um dos meus restaurantes vegetarianos favoritos, o "Bem-me-Quer" que está remodelado e lindo. É de uma artista invisual, a Maria Paula, formada pela APEDV, que diz que toca o que não vê. Eu diria que ela vê muito mais do que todos nós... vê com o coração.

Fernanda Câncio


Embora tenha sido sempre uma seguidora das suas crónicas e ache brilhante a sua forma de escrita e crítica, ulimamente esta senhora tem-me desiludido enquanto jornalista. É certo que a "crónica" enquanto género jornalisto é livre e pessoal, mas deontologicamente falando acho que seria mais ético para a D. Fernanda começar a assinar as suas crónicas não como jornalista, mas como namorada do primeiro-ministro. Assim não confundiamos ninguém.

No dojo







Um pouco mais deste local. Aquele senhor do lado direito de "vestido" azul e meias é o meu sogro a praticar Iaido.

Céu Terra


No fim-de-semana passado, a Cat foi de novo ao Dojo do Moinho do Gato, também conhecido por Ten-Chi (Céu terra). O local é de facto um bocadinho de céu aqui neste mundo. Na zona de Varzea de Sintra, o mestre Stobbaerts, a familia e todos os outros mestres (como o meu sogro) e seus alunos que quiseram ajudar, construiram ou participaram contribuindo para aquele espaço. Hoje, aquele é um dos locais mais bonitos que conheço. A Cat adora aquela serenidade e no sábado foi a festa do sol, dia aberto a todos os alunos e amigos que quisessem experimentar as várias práticas. Ali habitualmente pratica-se aikido, tai-chi, tenchi tessen.
Aqui a minha filhota tão bem comportada, por mais de uma hora a ouvir e a bater palminhas durante a apresentação de aveladas peças japonesas tocadas em flautas antigas.
E o voodoo e patine faz aqui o 300º post.

segunda-feira

AVISO!

Durante esta semana estarei sem computador, sem postar, mandar mails ou outra conexão com o mundo.
Desculpem!

Posso viver em ti?


É que sem ti não posso!

Dançando na floresta


Assim nascem uns cortinados


para a bebé: fitas de tule: muitas cores; contas de madeira: muitas cores. E Voilá!

Como diz a boneca: Tatá.
Tradução livre: Já está.
Ficam tão giros que a minha amiga Renata disse que podia começar a vendê-los também. Por isso aceito encomendas. 10 Euros o m2.

First day in the woods


A Cat foi este fim-de-semana pela primeira vez à "floresta" de Sintra. Estava tão feliz e ao mesmo tempo desconfiada. Fez-lhe bem. Chegou a casa comeu a sopinha, o peixinho e o iogurte e foi dormir, sem verter uma lágrima.


- Oh mãe, já metias uma cunha para mudarmos de cadeirinha! Já não caibo aqui.

quinta-feira

O quanto ela ama o papá


e eu também. É o nosso tronco!

O Paulo esteve fora dois dias e foi uma aventura só para sair de casa. Ontem tomei banho com a Cat a olhar para mim aflitissima com o facto da mãe estar nua, molhada e no meio de uma núvem de vapor. Hoje era eu que estava aflita com ela a enfiar coisas pela sanita abaixo.
E sair de saltos com ela, a mochila dela, o portátil e o almoço, sem elevador?! Uma façanha.
Como é que fazem as mulheres sozinhas? Deus nos ajude a ter sempre os maridões por perto.

não posso comê-los,


mas posso namorá-los. Nesta montra deixei a marca gordurosa do meu nariz. Já só faltam 4 quilos para o meu peso de sempre!

No Twitter



A Voodoo e Patine já está no twitter. Follow me!

A minha escrava

Com este post vou ser açoitada pelas instituições de direitos dos animais. Mas acreditem ela faz isto por gosto. Adora "comer" o meu creme dos pés. Aliás, não se vê o seu ar regalado?

Nós - nº 3


Estas capas são lindas. Neste número gostei especialmente da revisão do conceito de ideia, por vários profissionais. E de ficar saber que Portugal é um país de inventões que "varrem" os prémios todos da feira de Genébra. Infelizmente são poucas as ideias que vingam, porque o tecido empresarial não está virado para o investimento na inovação, no incerto, no não experimentado. Se eu mandasse seria obrigatório as empresas privadas terem uma quota de investimento obrigatório numa nova ideia, sua ou de outrém.

A aprender


Sinto-me totalmente realizada quando estou em processo activo de aprendizagem. É por isso que ando sempre metida em cursos e workshops. E assim têm sido os meus serões a ler, sob o candeeiro antigo e recuperado da avó do Paulo, o Grande Livro dos Lavores. Espero brevemente poder dizer que ultrapassei duas grandes dificulades minhas: o crochet e o tricot. Há minha volta, quem domina estas técnicas já perdeu a paciência de me ensinar, tal não é a incapacidade, por isso agora estou numa de auto-didacta.
O meu marido passa a vida a dizer que as pessoas não têm de saber fazer tudo.
Mas que raio, se toda a gente faz crochet e tricot, porque é que eu não hei-de conseguir? Além do mais eu passei com 14 valores a semiotica... e isso sim é que era díficil!

Parodiantes de Lisboa


Povoaram a nossa infância com um humor mordaz. Dali nasceram personagens como as "Manas Catatuas" ou o "Patilhas e Ventoinha". Foram a voz subtil da oposição ao regime, fizeram o balanço dos excessos depois do 25 de abril. Representaram a voz do que todos queriamos dizer.
O programa intercalava com o anúncio do "Pólo Norte, Pólo Sul e o Polilon!". Ficam as saudades, já que os novos parodiantes de Lisboa, passam pouco nas rádios de lisboa. Mas ficam estas pérolas: Os barretes dos parodiantes. São uns bolinhos fabulásticos, pouco doces para nos adoçar a boca como outrora nos adoçaram os dias... na pérola do Rossio!

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