Arte pública em Mixed-Media by FKDL... em Paris.
sexta-feira
quinta-feira
Para me acalmar precisava
devorar uma caixa destas. Nas minhas temporadas emigrada em Barcelona, foram vários os serões em que comia uma caixa inteira enquanto via episódios do Sexo e a Cidade doblados en castellano. E pensar que fazia isto amiúde sem aumentar um grama. Agora só de escrever este post, já estou mais inchada!
Vidas a descobrir
A exposição revela imagens do mundo da arqueóloga Niède Guidon e da epidemiologista Amabélia Rodrigues, captadas pelas objectivas de Joana Barros e Juliano Gouveia. As 54 fotografias mostram diferentes culturas e desafios de mulheres que escolheram dedicar as suas vidas à busca de conhecimento. A venda das fotografias reverte a favor de projectos da Associação Viver a Ciência.
Ler Devagar - Lx Factory
Endereço: Rua Rodrigues Faria, 103 - Ed. G - Espaço 0.3
De 04 de Fevereiro a 07 de Março
quarta-feira
Indespensável... numa altura destas
Este manifesto do Laermer (o sr. Relações Públicas nos EUA) e do britânico Mark Simmons (director da agência de publicidade mais premiada do planeta) é a verdadeira da lavagem cerebral! Da Lua de papel.
terça-feira
Voodoo Box
Foi feita em parceria com outras colegas de trabalho para oferecer a uma colega que estava de saída. Com muito voodoo e amor, para a Salomé que é um ser humano incrivelmente bondoso.
Tinha bonecos de voodoo e os respectivos alfinetes para usar, velas, charutos cubanos, gin, cházinho para várias maleitas, óleo Yang-yang para massagem, lingerie feita à mão, búzios de uma praia deserta de bonaire, e uma oração escrita com muita imaginação. Feita à medida.
quarta-feira
2010
Em jeito de balanço, fiz mais ou menos tudo a que me propus no ano anterior. Melhor ou pior, podia ter sido, mas não vou perder tempo a olhar para trás se não para retirar lições e avançar com elas.
Há pouco tempo li um livro - Robin Sharma, Quem chorará por mim, Pregaminho - que sugeria que escrevessemos uma lista de 100 coisas que gostariamos de fazer antes morrer. Essa lista deverá ser elaborada com tempo e depois de concluída deve acompanhar-nos sempre para nos lembrar que o futuro chegou agora e que a morte pode chegar a qualquer momento, por isso devemos activamente viver para cumprir essas 100 concretizações.
Eu matutei, matutei e dei-me conta que quero fazer muitas coisas, umas bastante inusitadas... outras bem simples. Ora vejam algumas:
Deixar um LEGADO de valores importantes à minha filha
Deixar um LEGADO de valores importantes à minha filha
Viajar pela Índia
Aprender italiano
Aprender a tocar acordeão (estão a imaginar, não estão?)
Aprender a escrever com a mão esquerda (Adoro canhotos)
Ver a aurora boreal
Dar, dar muito
Experimentar bumjijumping
Levar a minha filha a viajar muito
Controlar a minha única fobia: as baratas
Fazer o mestrado da Católica em Marketing
Oferecer um carro clássico ao meu marido
Aprender a cantar (que medo)
Escrever uma canção de amor
Aprender japonês
Aprender a fazer tricot
Aprender a fazer crochet
Conduzir um Táxi em Lisboa (como é que vou fazer isto?)
Viajar até à Nova Zelândia
Voltar a NY, agora com a minha filha.
Ler a biografia de Benjamin Franklin
Aprender a fazer DJ (dás-me umas aulas, amor?)
Aprender a fazer sabonetes
Fazer uma cura de sono (zzzz)
Levar a minha filha ao Portugal dos pequeninos
Desenhar a minha casa de sonho e construí-la (Ah, esta é fácil!)
Aprender ioga
Dançar um tango na argentina, com meias de renda!
Ver cangurus no seu habitat natural
Fazer um puzzle de mil peças
Aprender a fazer sushi
Fazer o caminho de Santiago de Compostela
Comer bolinhos na Fauchon em Paris
Escrever um livro de receitas
Voltar a caber numas calças 36 (tenho de voltar a ler as duas últimas e escolher)
Que exercício interessante.
Aprender italiano
Aprender a tocar acordeão (estão a imaginar, não estão?)
Aprender a escrever com a mão esquerda (Adoro canhotos)
Ver a aurora boreal
Dar, dar muito
Experimentar bumjijumping
Levar a minha filha a viajar muito
Controlar a minha única fobia: as baratas
Fazer o mestrado da Católica em Marketing
Oferecer um carro clássico ao meu marido
Aprender a cantar (que medo)
Escrever uma canção de amor
Aprender japonês
Aprender a fazer tricot
Aprender a fazer crochet
Conduzir um Táxi em Lisboa (como é que vou fazer isto?)
Viajar até à Nova Zelândia
Voltar a NY, agora com a minha filha.
Ler a biografia de Benjamin Franklin
Aprender a fazer DJ (dás-me umas aulas, amor?)
Aprender a fazer sabonetes
Fazer uma cura de sono (zzzz)
Levar a minha filha ao Portugal dos pequeninos
Desenhar a minha casa de sonho e construí-la (Ah, esta é fácil!)
Aprender ioga
Dançar um tango na argentina, com meias de renda!
Ver cangurus no seu habitat natural
Fazer um puzzle de mil peças
Aprender a fazer sushi
Fazer o caminho de Santiago de Compostela
Comer bolinhos na Fauchon em Paris
Escrever um livro de receitas
Voltar a caber numas calças 36 (tenho de voltar a ler as duas últimas e escolher)
Que exercício interessante.
terça-feira
Antes de começar uma campanha publicitária
há mesmo uma coisa importantíssima a definir - para quem é que estamos a falar! Não sabiam? Ui. E o senhor toma decisões de MKT?! Daquelas que custam muitos milhares?!
I'm so sorry to bring this up...
Recebi este mail e não posso deixar de o partilhar até porque é referente a uma clínica "supostamente" concorrente à minha, o que lhe dá ainda mais graça. Reza assim:
"Todos os dias ao sair de casa dou de caras com um anúncio que me deixa logo mal disposta até aí às três da tarde. É da clínica P------- e temesta a brilhante tirada publicitária: 'os homens não gostam de celulite'.
É que, de facto, era este o argumento que me faltava para eu pôr fim à celulite que se instalou no meu rabo sem qualquer espécie de permissão. Eu até gosto de ter celulite, adoro! Faço os possíveis por ter sempre mais e mais... ah, mas espera lá, se os homens não gostam, então eu vou já pagar um tratamento de 3.000 euros na P------ para ficar sem celulite!!
A sério, senhores que fizeram esta campanha, acham mesmo que este tipo de terror psicológico barato faz efeito numa mulher??? Se o anúncio dissesse 'mulheres com celulite não entram na Zara', aí sim, era ver-me a correr para a P-------, primeiras, primeiras! Agora, 'vejam lá se tratam disso que os homens não gostam', temos pena, mas não pega!
Se formos a ver, também há muita coisa que as gajas não gostam, e nem por isso espalhamos outdoors gigantescos pela cidade. Sim, porque senão já estou a imaginar os possíveis anúncios:
ELAS não gostam de pilas pequenas;
ELAS não gostam de pêlos a mais;
Elas não gostam de bufas à mesa, ou em qualquer outro lugar que não seja no wc.
ELAS não gostam do resultado de 'campeonato nacional+liga dos campeões+taça uefa+taça de Portugal';
ELAS não gostam (nem acham sexy) as barrigas de cerveja;
ELAS não gostam que cocem os "coisos" (muito menos em público);
ELAS não gostam (nem acham sexy) as barrigas de cerveja;
ELAS não gostam que cocem os "coisos" (muito menos em público);
ELAS não gostam de tampas da sanita levantadas;
ELAS não gostam que cortem as unhas dos pés em cima da mesa da sala;
ELAS não gostam de mãozinhas sapudas (e pouco hábeis);
ELAS não gostam das amigas deles e das ex-namoradas, essas, nem falar;
ELAS não gostam de slips nem de boxers com ursinhos;
ELAS não gostam de atrasados emocionais;"
E acaba assim:
"Então deixem lá mas é a nossa celulitezinha sossegada e não nos obriguem a andar com uma régua na mala!Tenho dito."
sábado
A importância da Vogue na vida de uma...
Criança. Como é que é possível que este pirralho que ainda nem 2 anos tem, folheie a Vogue tecendo comentários na língua dela, como se fosse uma verdadeira entendida? O pior é que isto não é de agora. A primeira vez que a apanhei com a mão na massa tinha ela uns 9 meses.
Eu viciada confesso-me
que não resisto a um par de meias Burlington até ao joelho. Qualquer cor. Tenho tantos pares que nem é possível quantificar e, se alguma vez não souberem o que oferecer-me... um exemplar destes calha sempre bem.
Sei perfeitamente porque tenho esta pancada tão grande. Na minha infância, passei muitos anos (10) num colégio no estoril onde a farda era obrigatória e a única excepção que nos permitia alguma cor para além do cinza e azul escuro eram as meias. A única condição em relação às meias era que tinham de ser até ao joelho... tudo o resto estava omisso. Foi assim que nasceu este meu vício.
São confortáveis, duram décadas e nunca saiem de moda.
A própria Catarina também já tem uma gaveta cheia delas.
quinta-feira
quarta-feira
Vêem por que é que não posso ficar em casa...
Bolo de alfarroba e doce de abóbora com nozes roubado (pela "piquena") ao monte de prendas para dar às tias velhotas da família Fonseca.
Hospital Conde Castro Guimarães - vulgo Hospital de Cascais
É sabido que este hospital é a vergonha do concelho. Mas não temos alternativa. Por agravamento dos meus sintomas, na segunda-feira passada, e depois de ligar a linha saúde 24, mandaram-me para o hospital de máscara. Estive lá das 20.00 às 02.30 para ser atendida por uma médica que estava com muito pouca paciência, não deixou sequer termómetro apitar e oscultou-me sem cuidado. Só se pôs em sentido quando eu lhe respondi à pergunta feita - qual era a minha profissão: "No sector médico e o meu trabalho é falar com jornalistas, todos os dias." - aí endireitou-se e passou-me três dias em casa.
A tosse continua a piorar, e eu a trabalhar em casa... talvez nem devesse ter lá ido. Aliás é a conclusão a que eu chego de cada vez que saio a porta daquele sitio.
Na ala dos isolados, o desespero era tanto que muitos apoderaram-se dos bancos corridos e dormiram mesmo ali. Os dois da fotografia chegaram muito antes de mim.
Mal posso esperar pela maior promessa eleitoral do Senhor Capucho.
sexta-feira
quarta-feira
Notes in my litle black book
Recolher toda a informação possível sobre artistas ibéricos que trabalham com a Frida Kahlo como inspiração, para escrever o meu primeiro artigo em inglês para a fanzine da Crafthaholic.
Lista de compras: iogurtes, leite, fruta, legumes, pão - mandar entregar em casa!
Fazer as compras de natal.
Há vida para além do mau tempo.
Saber esperar.
Apontar dia 15 de março 2010, na agenda - dia importante.
Jantar hoje - 21 horas Gordinni - com as amigas pijama.
sábado
Reparar aí em cima
Estou tão orgulhosa do logotipo da Voodoo e Patine. Sobretudo ele representa uma vontade muito grande desta máquina mexer. É da autoria da arquitecta Carolina Martins. Ela percebeu desde o primeiro momento o que eu queria, sugeriu aprimoramentos, mas dando sempre liberdade ao seu cliente (me) para explicar as suas razões. Na verdade acho que é a primeira arquitecta, que conheço, com vontade de chegar a um consenso e não impor só e apenas as suas ideias.
quarta-feira
há já alguns meses
... que não chegava tão tarde a casa, por diversão.
ainda estou a recuperar do "sumo de laranja" e completamente afónica.
Foi uma verdadeira noite chicas corpo!
segunda-feira
Post assumidamente presumido
Hoje durante a noite, na minha quinta virtual, o sr. Lauro António (o próprio) adubou as couves e espantou os corvos. Ainda não recuperei de tamanha e ufana vaidade. Só me tinha acontecido uma coisa similar uma vez em que o Luís Osório disse, depois de uma conferência na Ler Devagar, que eu era a mulher mais bonita que ele já tinha visto na vida- embora eu preferisse que ele tivesse tido a delicadeza de ver para além disso.
Mentira, já aconteceu outra vez e essa sim foi memorável. Na universidade o meu professor de atelier de escrita, Pedro Trindade, entregou-me a nota com uma coisa escrita: "Se não decidir ser escritora, qual será o futuro de Vanessa?"
Ele já não está entre nós, mas estou certa de que se estivesse seria seguidor deste blog.
Pronto, agora prometo que volto à modéstia.
sábado
sexta-feira
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















