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sábado

Do ser e do ter



A maioria das pessoas que conheço acredita que a sua felicidade chegará no momento em que  terão uma casa formidável, as maminhas novas, "o" emprego, um carro melhor, o marido perfeito (ou apenas o marido), o cabelo na cor certa, as roupas de marca e o mais recente gadget.

O que não sabem é que a felicidade está no caminho que se percorre, está no ser e não no ter. E que é uma escolha da nossa absoluta responsabilidade.
Esta grande massa de gente que eu conheço esqueceu-se de que ser é a coisa mais importante do mundo: ser grato, ser inspirador, ser melhor, ser verdadeiro, ser sereno, ser assertivo, não ser uma pessoa cheia de raiva, não ser uma pessoa cheia de inveja.

Quem vive do túnel pode nunca ver a luz. Quem desperdiça as suas energias no querer ter sem antes tentar ser alguma coisa de bom, passará a vida a sofrer humilhações. Umas atrás das outras. Dia após dia. A vida não se compadece dos que a desperdiçam culpando os outros e o passado e com inveja dos demais e pânico do futuro.

Também é um facto que as pessoas que vivem no túnel, não costumam suportar a luz dos outros nem o brilho das suas acções.

Eu costumo explicar isto a muitas pessoas. Estas palavras já mudaram a vida de muita gente, mas também transformaram "amigos" em inimigos. É assim a vida e não tem mal nenhum, seguimos em frente (eu cá vivo mesmo bem com isso), porque quem não recebe e aceita a verdade é porque provávelmente não estava preparado para ela.

segunda-feira

Post assumidamente presumido

Hoje durante a noite, na minha quinta virtual, o sr. Lauro António (o próprio) adubou as couves e espantou os corvos. Ainda não recuperei de tamanha e ufana vaidade. Só me tinha acontecido uma coisa similar uma vez em que o Luís Osório disse, depois de uma conferência na Ler Devagar, que eu era a mulher mais bonita que ele já tinha visto na vida- embora eu preferisse que ele tivesse tido a delicadeza de ver para além disso.

Mentira, já aconteceu outra vez e essa sim foi memorável. Na universidade o meu professor de atelier de escrita, Pedro Trindade, entregou-me a nota com uma coisa escrita: "Se não decidir ser escritora, qual será o futuro de Vanessa?"

Ele já não está entre nós, mas estou certa de que se estivesse seria seguidor deste blog.

Pronto, agora prometo que volto à modéstia.

quarta-feira

A 1 hora e 1/2 de Lisboa












na paz do senhor. Hoje só passou um carro na estrada lá longe e era o "Family frost" com música a indiciar a existência de gelados.

Estão 40 graus. A criança é posta de molho duas vezes ao dia e depois dorme linda, horas e horas. Quando acorda, fica com uma fixação para abrir a janela e receber a aragem quente alentejana.

A Fiona descobriu um novo petisco - folhas de Girassol - e à noite dá uns puns ultra-infernais.

Ou estou louca com alzeimer ou tenho um carreiro de formigas a nascer a partir da segunda porta usb do computador. E estou como a tartaruga da amiga Maria, com a pele comida do sol. Quando voltar à clinica vou "ouvir" das boas... pelas duas razões: formigas no computador e o estrago feito na cutis!

A colecção de Inverno da Voodoo e Patine está quase pronta.

terça-feira

SEAL


na sexta-feira passada fui ao concerto do SEAL. Fui sozinha, aliás como fui muitas outras vezes na vida, em trabalho.

Também foi por ter feito tantas reportagens de concertos na vida, e ter tido a sorte de ter visto e ouvido tantos (e à borla) que estranhei o fenómeno... não houve encore... nenhum... silêncio.

Nunca tinha assistido a um concerto sem encore. E como sou mesmo fã, sai de lá muito triste.

segunda-feira

AVISO!

Durante esta semana estarei sem computador, sem postar, mandar mails ou outra conexão com o mundo.
Desculpem!

Em programa detox












Já cheguei ao alentejo.
Na viagem tive direito a tudo, o mercedes que passou por mim a 250kmh e abanou o mimos que o ia atirando fora da estrada, ao cheiro a estrume na A6, e... ao quilómetro 96, a sensação de liberdade que só se sente, quando se ruma a Sul. Pude cantar à vontade e de pulmões feitos todas as músicas do princípio ao fim... é o bom de viajar só com o cão: eles não se queixam.

A Casa é ainda mais bonita do que eu pensava. Que bom ter amigos! Fiquei logo descontraída e ao cabo de 20 minutos, já estava ao solinho a ler um livro e a beber sumo de maçã fresco. A Fiona não parou de correr a tarde inteira e neste momento encontra-se combalida, aqui aos meus pés, em lareiroterapia.

Parece que caí no paraíso.

Agora para a noite custa um bocado: jantar sozinha, proibida por mim mesma de ligar a TV e as saudades da boneca e do pai. Mas já me sinto a recuperar.

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