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sábado

Do ser e do ter



A maioria das pessoas que conheço acredita que a sua felicidade chegará no momento em que  terão uma casa formidável, as maminhas novas, "o" emprego, um carro melhor, o marido perfeito (ou apenas o marido), o cabelo na cor certa, as roupas de marca e o mais recente gadget.

O que não sabem é que a felicidade está no caminho que se percorre, está no ser e não no ter. E que é uma escolha da nossa absoluta responsabilidade.
Esta grande massa de gente que eu conheço esqueceu-se de que ser é a coisa mais importante do mundo: ser grato, ser inspirador, ser melhor, ser verdadeiro, ser sereno, ser assertivo, não ser uma pessoa cheia de raiva, não ser uma pessoa cheia de inveja.

Quem vive do túnel pode nunca ver a luz. Quem desperdiça as suas energias no querer ter sem antes tentar ser alguma coisa de bom, passará a vida a sofrer humilhações. Umas atrás das outras. Dia após dia. A vida não se compadece dos que a desperdiçam culpando os outros e o passado e com inveja dos demais e pânico do futuro.

Também é um facto que as pessoas que vivem no túnel, não costumam suportar a luz dos outros nem o brilho das suas acções.

Eu costumo explicar isto a muitas pessoas. Estas palavras já mudaram a vida de muita gente, mas também transformaram "amigos" em inimigos. É assim a vida e não tem mal nenhum, seguimos em frente (eu cá vivo mesmo bem com isso), porque quem não recebe e aceita a verdade é porque provávelmente não estava preparado para ela.

terça-feira

As frases que não podes dizer a...

Empregada doméstica – Estás sempre armada em gata borralheira.
Taxista – Já pensou em comprar um GPS?
Ao marido – Na verdade a dor de cabeça é apenas uma desculpa.
À amiga – Estás verdadeiro um pote!
Ao artista plástico – Qual é mesmo a sua profissão?
A um espanhol – Por favor, nas reuniões em inglês deixa-me ser eu a falar.
À massagista do SPA – Também fazes unhas?
A um médico – Tem a certeza que essa é a melhor técnica?
Ao porteiro da discoteca – Também não gosto dos teus sapatos.
À decoradora - Que horror. O que é que lhe passou pela cabeça?
À empregada da Hermés – Gritar e acenar com o Mastercard: “Abre-me a porta da loja, porra!”
A um DJ – Amigo, isto está a morrer, podes passar kizomba?

quarta-feira

sexta-feira

Post assumidamente estúpido

* Por que é que quando descubro na roupa para lavar uma nódoa difícil não me aparece a senhora de cor-de-rosa a gritar vanish-oxy-action-ultra-white-plus-mega-Uff-intelegence-uff-Uff-Gel?

* Porque é que a Venezuela cria mais misses mundo que qualquer outro país?

* Porque é que as aberturas fáceis são normalmente muitas coisas, mas nunca fáceis.

* E por que é que as sogras são sempre difíceis?

* Os sacos azuis, tão falados na corrupção bancária e política, são mesmo de cor azul?

* Sou eu que sou burra ou não se percebe grande coisa do que dizem os pseudo-intelecto-críticos-de-música?

* Tenho a certeza que Jorge Jesus (treinador do Benfica) contratou o cabeleireiro do Rod Stewart. (por favor confirme esta informação)

domingo

Se fosse eu quem mandasse

as seguintes coisas não teriam calorias:

salmão fumado
vinho tinto
queijo de cabra
manteiga de amendoim
donuts
nestum de arroz
leite condensado

quarta-feira

2010



Em jeito de balanço, fiz mais ou menos tudo a que me propus no ano anterior. Melhor ou pior, podia ter sido, mas não vou perder tempo a olhar para trás se não para retirar lições e avançar com elas.
Há pouco tempo li um livro - Robin Sharma, Quem chorará por mim, Pregaminho -  que sugeria que escrevessemos uma lista de 100 coisas que gostariamos de fazer antes morrer. Essa lista deverá ser elaborada com tempo e depois de concluída deve acompanhar-nos sempre para nos lembrar que o futuro chegou agora e que a morte pode chegar a qualquer momento, por isso devemos activamente viver para cumprir essas 100 concretizações.
Eu matutei, matutei e dei-me conta que quero fazer muitas coisas, umas bastante inusitadas... outras bem simples. Ora vejam algumas:

Deixar um LEGADO de valores importantes à minha filha
Viajar pela Índia
Aprender italiano
Aprender a tocar acordeão (estão a imaginar, não estão?)
Aprender a escrever com a mão esquerda (Adoro canhotos)
Ver a aurora boreal
Dar, dar muito
Experimentar bumjijumping
Levar a minha filha a viajar muito
Controlar a minha única fobia: as baratas
Fazer o mestrado da Católica em Marketing
Oferecer um carro clássico ao meu marido
Aprender a cantar (que medo)
Escrever uma canção de amor

Aprender japonês
Aprender a fazer tricot
Aprender a fazer crochet
Conduzir um Táxi em Lisboa (como é que vou fazer isto?)
Viajar até à Nova Zelândia
Voltar a NY, agora com a minha filha.
Ler a biografia de Benjamin Franklin
Aprender a fazer DJ (dás-me umas aulas, amor?)
Aprender a fazer sabonetes
Fazer uma cura de sono (zzzz)
Levar a minha filha ao Portugal dos pequeninos
Desenhar a minha casa de sonho e construí-la (Ah, esta é fácil!)
Aprender ioga
Dançar um tango na argentina, com meias de renda!
Ver cangurus no seu habitat natural
Fazer um puzzle de mil peças
Aprender a fazer sushi
Fazer o caminho de Santiago de Compostela
Comer bolinhos na Fauchon em Paris
Escrever um livro de receitas
Voltar a caber numas calças 36 (tenho de voltar a ler as duas últimas e escolher)

Que exercício interessante.

sábado

Eu viciada confesso-me


que não resisto a um par de meias Burlington até ao joelho. Qualquer cor. Tenho tantos pares que nem é possível quantificar e, se alguma vez não souberem o que oferecer-me... um exemplar destes calha sempre bem.

Sei perfeitamente porque tenho esta pancada tão grande. Na minha infância, passei muitos anos (10) num colégio no estoril onde a farda era obrigatória e a única excepção que nos permitia alguma cor para além do cinza e azul escuro eram as meias. A única condição em relação às meias era que tinham de ser até ao joelho... tudo o resto estava omisso. Foi assim que nasceu este meu vício.

São confortáveis, duram décadas e nunca saiem de moda.
A própria Catarina também já tem uma gaveta cheia delas.

terça-feira

Diga 33


Desculpem eu sei que tenho andado pouco por estes lados. Tem sido a falta de forças para tudo. Neste espaço de tempo fiz 33 anos (no dia 24) e, o meu sogro escolheu oferecer-me um livro que acho que diz tudo.

As ilustrações são formidáveis e é o verdadeiro guia prático da esposa sexy, mãe devotada, profissional brilhante, senhora-das-limpezas exímia, cozinheira chef, dog-sitting meiguinha, engomadeira aprumada e poço de cultura geral. O livro ajuda a organizar tudo isto de forma prática e mantendo o bom-humor, e as emoções controladas.

Entretanto fiz umas micro, mini, nano (créditos aos gatos) pausas para balanço e reflexão (normalmente no duche ou sentada na sanita que é quando ainda me resta algum tempo) e tomei algumas decisões entre as quais a mais importante: vou mudar de casa em breve. Acho que é importante que a minha filha e a minha cadela tenham um jardim, como eu tive. E eu e o Paulo estamos a precisar desse recomeço. Obviamente vamos fazer isto com calma, sem pressas.

quinta-feira

Faltam 14 dias...


para os meus 33 anos. Para o nascimento do logotipo da Voodoo e Patine. Para o lançamento da nova colecção. Para uma viagem a espanha, em trabalho, onde vou ficar uma pró-internetica.

E não falta nada à minha Maria, que é a dona da casa mais tranquila de Estremoz, e do relógio e da laranja na foto. Beijo grande para ti, minha amiga!


quarta-feira

A razão

Tudo tem uma razão de ser. Umas mais simples outras mais complicadas. Hoje estive a trabalhar e em pé praticamente todo o dia. Estava sem forças para ir passear a Fiona, mas havia uma razão enorme que me estava a dizer para ir. Ao cabo de 5 minutos de passeio, percebi qual era: vi uma estrela cadente gigante, que se aguentou segundos/anos de luz. Que bom estar viva!

segunda-feira

As pérolas da Manuela

Alguém me faz o favor de arrancar o colar de pérolas à Manuelinha?! Onde é que está o assessor de imagem da senhora que eu quero já falar com ele. E que fotografia é aquela que aparece agora nos outdoors, onde a senhora parece que está a tirar a primeira fotografia na primária? Só lhe falta o mapa das regiões por de trás e a subtracção de um dente.
É que esta senhora, não é bonita, não é charmosa e tem demasiadas semelhanças fisionómicas com a "outra senhora"... assim sendo, se não lhe fazem um restyling, receio bem que:
o PSD não ganhe terreno ao PS;
O Pacheco Pereira decida sair da biblioteca e tomar o seu lugar no partido laranja.

sábado

O achado da semana!

The six most important words: "I admit I made a mistake."
The five most important words: "You did a good job."
The four most important words: "What is your opinion."
The three most important words: "If you please."
The two most important words: "Thank you,"
The one most important word: "We"
The least important word: "I

quinta-feira

Questão da semana

Esta foi-me enviada por um dos nossos cirurgiões da companhia e meu grande amigo, Dr. Fernando Exposto:

"Questão: Como nasceu o hábito dos casais andarem de mãos dadas?
Resposta: Foi um procedimento de iniciativa masculina..."Se eu a soltar, ela vai às compras.""

quarta-feira

Em semana de avaliações semestrais...

dentro da minha empresa, não temos tido tempo para nada. Há dois dias que não almoço... felizmente tenho boas colegas de trabalho que passam lá no meu gabinete para me dar umas barritas de cereais e assim. O que uma pessoa não faz por uma nota 4 ou 5?!
Balanço da semana: menos 3 quilos!
Tenho saudades da Maria na minha equipa. Fazes-me tanta falta, linda!
E tenho saudades da minha amiga Rita, mas mana, nem almoçar consigo.
Tenho saudades da minha amiga Isabel Figueira... amanhã juro que te ligo.
Até da minha directora geral tenho saudades... co-habitamos no mesmo corredor, mas entre relatórios de avaliação e viagens, nem nos vemos!
Desejosa de que esta semana chegue ao fim.

De novo mais uma super mulher

Há uns meses falei deste tipo de mulheres que anda por aí e que são verdadeiras heroínas da vida real. Elas deviam ter umas capas compridas e, tal como na banda desenhada, deviam poder voar... porque os super poderes já os têm.
É o caso da minha amiga Mónica, que aliás devia ter incluido logo no primeiro post sobre o tema. O marido tem um cargo importante numa empresa igualmente importante, viaja muito e foi sempre assim. Ela trabalhava como educadora, mas a estabilidade financeira que adveio da progressão profissional do marido permitiu-lhe deixar de trabalhar. Mas esta super mulher, em vez de fazer o óbvio e virar dondoca de Cascais decidiu voltar a estudar. A determinada altura estava a fazer dois cursos: linguagem gestual e terapia da fala, e só tira notas sempre a roçar o 20.
E tem os dois filhos melhor criados de que há memória: a Matilde é uma bonequinha que nem uma mão cheia de anos tem, mas já aprendeu o conceito de diplomacia e o Duarte é serio, delicado e generoso. Ambos usam vocabulário de adultos.
Mas gostava de incluir aqui outra nuance, a do super casal. Os meus amigos Mónica e Daniel são de longe um dos casais mais felizes que já conheci. Dei-me conta disso ao vê-los felizes no meio da festa dos santos populares, entre sardinhas e manjericos, ele a meter conversa com quem quer que lhe passasse a sangria, ela fã da maneira de ser dele. Dei-me conta disso no casamento de uma amiga comum, onde os dois protagonizaram a coreografia de uma música latina, de tal forma coordenados e divertidos que era impossível não alinhar com eles. Dei-me conta disso quando ele fez com as próprias mãos, a prenda que ela pediu, tendo em conta que podia perfeitamente ter pago a alguém para construir o deck da casa.
Ela é super em todos os seus papéis: a mãe, a mulher, a esposa, a estudante, a profissional, a amiga. Que sorte eu tive que o meu caminho se cruzasse com o teu, minha querida.
Hoje inicia-se uma secção de posts que terá a regularidade mensal para falar destas senhoras de capa vermelha invisível.

quinta-feira

O quanto ela ama o papá


e eu também. É o nosso tronco!

O Paulo esteve fora dois dias e foi uma aventura só para sair de casa. Ontem tomei banho com a Cat a olhar para mim aflitissima com o facto da mãe estar nua, molhada e no meio de uma núvem de vapor. Hoje era eu que estava aflita com ela a enfiar coisas pela sanita abaixo.
E sair de saltos com ela, a mochila dela, o portátil e o almoço, sem elevador?! Uma façanha.
Como é que fazem as mulheres sozinhas? Deus nos ajude a ter sempre os maridões por perto.

não posso comê-los,


mas posso namorá-los. Nesta montra deixei a marca gordurosa do meu nariz. Já só faltam 4 quilos para o meu peso de sempre!

Parodiantes de Lisboa


Povoaram a nossa infância com um humor mordaz. Dali nasceram personagens como as "Manas Catatuas" ou o "Patilhas e Ventoinha". Foram a voz subtil da oposição ao regime, fizeram o balanço dos excessos depois do 25 de abril. Representaram a voz do que todos queriamos dizer.
O programa intercalava com o anúncio do "Pólo Norte, Pólo Sul e o Polilon!". Ficam as saudades, já que os novos parodiantes de Lisboa, passam pouco nas rádios de lisboa. Mas ficam estas pérolas: Os barretes dos parodiantes. São uns bolinhos fabulásticos, pouco doces para nos adoçar a boca como outrora nos adoçaram os dias... na pérola do Rossio!

sexta-feira

Sei que estou a ficar velha


quando passei a pensar nas coisas e a relacioná-las com "no meu tempo"...
e a cantar o "Forever Young", dos Alphaville com todo o pulmão que me resta.

Corridas de estores de plástico, as BMX, o Spectrum que aceitava umas "disquetes" que só entravam ao murro, o caprissone e as bombocas, o cubo mágico e as petazetas, Hula ups e o Calimero, chocolates regina de banana comidos enquanto viamos o Macgyver, o "kiti vém mi buscá", ou os jovens heróis de shaolin.

De facto a geração dos trinta tem esta nostalgia inevitável. O que fazemos com ela?


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