Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta vanessa da trindade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vanessa da trindade. Mostrar todas as mensagens

sábado

Do ser e do ter



A maioria das pessoas que conheço acredita que a sua felicidade chegará no momento em que  terão uma casa formidável, as maminhas novas, "o" emprego, um carro melhor, o marido perfeito (ou apenas o marido), o cabelo na cor certa, as roupas de marca e o mais recente gadget.

O que não sabem é que a felicidade está no caminho que se percorre, está no ser e não no ter. E que é uma escolha da nossa absoluta responsabilidade.
Esta grande massa de gente que eu conheço esqueceu-se de que ser é a coisa mais importante do mundo: ser grato, ser inspirador, ser melhor, ser verdadeiro, ser sereno, ser assertivo, não ser uma pessoa cheia de raiva, não ser uma pessoa cheia de inveja.

Quem vive do túnel pode nunca ver a luz. Quem desperdiça as suas energias no querer ter sem antes tentar ser alguma coisa de bom, passará a vida a sofrer humilhações. Umas atrás das outras. Dia após dia. A vida não se compadece dos que a desperdiçam culpando os outros e o passado e com inveja dos demais e pânico do futuro.

Também é um facto que as pessoas que vivem no túnel, não costumam suportar a luz dos outros nem o brilho das suas acções.

Eu costumo explicar isto a muitas pessoas. Estas palavras já mudaram a vida de muita gente, mas também transformaram "amigos" em inimigos. É assim a vida e não tem mal nenhum, seguimos em frente (eu cá vivo mesmo bem com isso), porque quem não recebe e aceita a verdade é porque provávelmente não estava preparado para ela.

terça-feira

As frases que não podes dizer a...

Empregada doméstica – Estás sempre armada em gata borralheira.
Taxista – Já pensou em comprar um GPS?
Ao marido – Na verdade a dor de cabeça é apenas uma desculpa.
À amiga – Estás verdadeiro um pote!
Ao artista plástico – Qual é mesmo a sua profissão?
A um espanhol – Por favor, nas reuniões em inglês deixa-me ser eu a falar.
À massagista do SPA – Também fazes unhas?
A um médico – Tem a certeza que essa é a melhor técnica?
Ao porteiro da discoteca – Também não gosto dos teus sapatos.
À decoradora - Que horror. O que é que lhe passou pela cabeça?
À empregada da Hermés – Gritar e acenar com o Mastercard: “Abre-me a porta da loja, porra!”
A um DJ – Amigo, isto está a morrer, podes passar kizomba?

quarta-feira

terça-feira

Das amigas

Tenho um grupo restrito de amigas que me acompanham há anos e que eu escolhi como parte da minha “família”. Nos meus álbuns aquelas 4 estão sempre lá, ilustrando os momentos mais importantes da minha vida.
Já outras amigas chateiam-me amiúde.


Por exemplo, tenho uma que não sendo empregada por conta de outrem, não sabe nem entende a realidade do mercado de trabalho. Por esta razão cobra com frequência a minha falta de tempo. Como também não tem filhos, levanta-se à hora que quer e toma o pequeno-almoço nas calmas… também não entende esta minha maneira de ser… “apressada”. Quando estou com ela, ela empata-me a despropósito porque não conhece a ditadura do relógio. Ela pensa que tenho 3 horas por dia para "desfrutar", e para mim isso é mais dificil que fazer um número de acrobacia com pratos e focas.
Tenho outra amiga que, ao contrário da primeira, põe o trabalho acima de qualquer outra prioridade. Ela não era assim, mas ficou. De caminho passa os dias a falar mal do trabalho de tudo e todos, é a verdadeira caga sentenças: se é magra é porque dorme com o director, se veste bem é porque está preocupada com futilidades, "a outra teve filhos em má altura... lixou-lhe a promoção", se usa o facebook a meio do dia, é porque… whatever. Está tudo mal à sua volta. O pior é que esta minha amiga deixou de olhar para o seu próprio trabalho e até para a sua vida, porque na verdade só está preocupada com a dos outros.
Tenho outra amiga que não paga renda de casa. A casa foi-lhe ofertada. Bom para ela. No entanto ela não faz mais nada que queixar-se da vida, dos obstáculos, do cansaço, dos problemas… Quais problemas, pergunto-lhe eu? Por amor de Deus, aconteça o que acontecer, o tecto ninguém lho tira! Esta minha amiga também não entende porque é que na minha lista de prioridades a minha filha, marido e trabalho vêm primeiro. Também não sou eu que lhe vou explicar.

Eu não sou perfeita, não tenho tanta pretensão até porque a perfeição é aborrecida, mas às vezes apetece-me dizer-lhes: Parem de queixar-se, parem de cobrar, de cobiçar... “Get a real life!”

segunda-feira

Idea Fixa


Com este tema de capa até podia ser portuguesa.
são sempre uma grande fonte de inpiração, para tudo: trabalho, dia a dia...
“Nostalgia vem de nostos (retorno) e algia (dor). Podemos interpretar como: voltar com dor, porém recordar também pode nos dar um reconfortante sentido de pertencer. Existe um fenômeno nostálgico protagonizado por pessoas cada vez mais jovens e um mercado em expansão que oferece produtos retrô” reflete o jornalista Pablo Bobadilla e nesta edição 55 artistas colaboram com sua visão sobre o tema.No especial: o ensaio La Fábrica do fotógrafo Daniel Muchiut rastreia a marca deixada na relação entre o mercado, o sistema trabalhista e as emoções a partir de uma fábrica abandonada.
Na capa: os trabalhos de Eduardo Recife criam um universo de texturas e imagens onde paradoxos e temas contraditórios se transformam em formas sensivelmente equilibradas entre o processo manual e digital."

Créditos:
Capa: Eduardo Recife
Edição: Janara Lopes e Alicia Ayala



quinta-feira

Vidas a descobrir



A exposição revela imagens do mundo da arqueóloga Niède Guidon e da epidemiologista Amabélia Rodrigues, captadas pelas objectivas de Joana Barros e Juliano Gouveia. As 54 fotografias mostram diferentes culturas e desafios de mulheres que escolheram dedicar as suas vidas à busca de conhecimento. A venda das fotografias reverte a favor de projectos da Associação Viver a Ciência.
Ler Devagar - Lx Factory

Endereço: Rua Rodrigues Faria, 103 - Ed. G - Espaço 0.3
De 04 de Fevereiro a 07 de Março

quarta-feira

Indespensável... numa altura destas



Este manifesto do Laermer (o sr. Relações Públicas nos EUA) e do britânico Mark Simmons (director da agência de publicidade mais premiada do planeta) é a verdadeira da lavagem cerebral! Da Lua de papel.

terça-feira

Voodoo Box








Foi feita em parceria com outras colegas de trabalho para oferecer a uma colega que estava de saída. Com muito voodoo e amor, para a Salomé que é um ser humano incrivelmente bondoso.

Tinha bonecos de voodoo e os respectivos  alfinetes para usar, velas, charutos cubanos, gin, cházinho para várias maleitas, óleo Yang-yang para massagem, lingerie feita à mão, búzios de uma praia deserta de bonaire, e uma oração escrita com muita imaginação. Feita à medida.

quarta-feira

2010



Em jeito de balanço, fiz mais ou menos tudo a que me propus no ano anterior. Melhor ou pior, podia ter sido, mas não vou perder tempo a olhar para trás se não para retirar lições e avançar com elas.
Há pouco tempo li um livro - Robin Sharma, Quem chorará por mim, Pregaminho -  que sugeria que escrevessemos uma lista de 100 coisas que gostariamos de fazer antes morrer. Essa lista deverá ser elaborada com tempo e depois de concluída deve acompanhar-nos sempre para nos lembrar que o futuro chegou agora e que a morte pode chegar a qualquer momento, por isso devemos activamente viver para cumprir essas 100 concretizações.
Eu matutei, matutei e dei-me conta que quero fazer muitas coisas, umas bastante inusitadas... outras bem simples. Ora vejam algumas:

Deixar um LEGADO de valores importantes à minha filha
Viajar pela Índia
Aprender italiano
Aprender a tocar acordeão (estão a imaginar, não estão?)
Aprender a escrever com a mão esquerda (Adoro canhotos)
Ver a aurora boreal
Dar, dar muito
Experimentar bumjijumping
Levar a minha filha a viajar muito
Controlar a minha única fobia: as baratas
Fazer o mestrado da Católica em Marketing
Oferecer um carro clássico ao meu marido
Aprender a cantar (que medo)
Escrever uma canção de amor

Aprender japonês
Aprender a fazer tricot
Aprender a fazer crochet
Conduzir um Táxi em Lisboa (como é que vou fazer isto?)
Viajar até à Nova Zelândia
Voltar a NY, agora com a minha filha.
Ler a biografia de Benjamin Franklin
Aprender a fazer DJ (dás-me umas aulas, amor?)
Aprender a fazer sabonetes
Fazer uma cura de sono (zzzz)
Levar a minha filha ao Portugal dos pequeninos
Desenhar a minha casa de sonho e construí-la (Ah, esta é fácil!)
Aprender ioga
Dançar um tango na argentina, com meias de renda!
Ver cangurus no seu habitat natural
Fazer um puzzle de mil peças
Aprender a fazer sushi
Fazer o caminho de Santiago de Compostela
Comer bolinhos na Fauchon em Paris
Escrever um livro de receitas
Voltar a caber numas calças 36 (tenho de voltar a ler as duas últimas e escolher)

Que exercício interessante.

sábado

A importância da Vogue na vida de uma...



Criança. Como é que é possível que este pirralho que ainda nem 2 anos tem, folheie a Vogue tecendo comentários na língua dela, como se fosse uma verdadeira entendida? O pior é que isto não é de agora. A primeira vez que a apanhei com a mão na massa tinha ela uns 9 meses.

Eu viciada confesso-me


que não resisto a um par de meias Burlington até ao joelho. Qualquer cor. Tenho tantos pares que nem é possível quantificar e, se alguma vez não souberem o que oferecer-me... um exemplar destes calha sempre bem.

Sei perfeitamente porque tenho esta pancada tão grande. Na minha infância, passei muitos anos (10) num colégio no estoril onde a farda era obrigatória e a única excepção que nos permitia alguma cor para além do cinza e azul escuro eram as meias. A única condição em relação às meias era que tinham de ser até ao joelho... tudo o resto estava omisso. Foi assim que nasceu este meu vício.

São confortáveis, duram décadas e nunca saiem de moda.
A própria Catarina também já tem uma gaveta cheia delas.

quarta-feira

Vêem por que é que não posso ficar em casa...








Bolo de alfarroba e doce de abóbora com nozes roubado (pela "piquena") ao monte de prendas para dar às tias velhotas da família Fonseca.

sábado

Reparar aí em cima

Estou tão orgulhosa do logotipo da Voodoo e Patine. Sobretudo ele representa uma vontade muito grande desta máquina mexer. É da autoria da arquitecta Carolina Martins. Ela percebeu desde o primeiro momento o que eu queria, sugeriu aprimoramentos, mas dando sempre liberdade ao seu cliente (me) para explicar as suas razões. Na verdade acho que é a primeira arquitecta, que conheço, com vontade de chegar a um consenso e não impor só e apenas as suas ideias.

segunda-feira

Post assumidamente presumido

Hoje durante a noite, na minha quinta virtual, o sr. Lauro António (o próprio) adubou as couves e espantou os corvos. Ainda não recuperei de tamanha e ufana vaidade. Só me tinha acontecido uma coisa similar uma vez em que o Luís Osório disse, depois de uma conferência na Ler Devagar, que eu era a mulher mais bonita que ele já tinha visto na vida- embora eu preferisse que ele tivesse tido a delicadeza de ver para além disso.

Mentira, já aconteceu outra vez e essa sim foi memorável. Na universidade o meu professor de atelier de escrita, Pedro Trindade, entregou-me a nota com uma coisa escrita: "Se não decidir ser escritora, qual será o futuro de Vanessa?"

Ele já não está entre nós, mas estou certa de que se estivesse seria seguidor deste blog.

Pronto, agora prometo que volto à modéstia.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails