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quinta-feira
terça-feira
sexta-feira
Nós por cá
Hoje vamos almoçar cogumelos e ouvir Nitin Sawhney.
É que este pessoal daqui é muito trendy!
what's right, who's wrong?
Ontem tive mais uma experiência sobrenatural em relação ao meu rumo na vida. Saibam que vou em seguida destilar pestilência.
Há alguns meses que os mais próximos me ouvem dizer que quero deixar de fazer consultoria de comunicação e MKT. Estou cansada, não tenho saco para as cenas: "a minha pilinha é maior que a tua" e aflige-me a tamanha ignorância que anda por aí.
Ontem tive de estar presente numa reunião, de um cliente meu com outra entidade, para preparar e prevenir uma acção. Como tive resolver muitas situações de comunicação de crise, sou sempre preventiva. E eis que se me deparo, mais uma vez com uma ignóbil (não, eram 3 porque as descabeladas da agência dela também contam) que começava as frases com: "olhe, eu já fiz televisão aqui", "oiça, eu participei no programa y", "se há alguém que conhece o sr.x esse alguém sou eu". Amiga, leva lá a bicicleta. As pessoas que começam muitas frases com "eu, eu, eu" normalmente precisam de ajuda profissional.
A tonta em vez de aproveitar para ter consultoria de graça, e em vez de se fazer esperta perceber o outro lado das coisas, foi um embeciloide como são todas as que ocupam cargos de direcção sem terem competência para eles.
O pequeno caniche atacou os meus antigos patrões quase até ao desmaio, o que revela apenas o tamanho da mossa que uma multinacional, cotada na bolsa, costuma fazer num estabelecimento de esquina. Foi uma chatice porque acabamos a "pegar-nos", até porque eu gosto de exercitar a minha assertividade com estas caniches assanhadas que acabam a justificar a sua falta de cházinho e colégio inglês, com um "desculpe lá, que eu sou muito impulsiva".
Enfim, no caminho de volta, desliguei a consultora de comunicação e liguei a directora geral que há em mim e fiz dois telefonemas que andava a adiar. Os dois foram altamente produtivos, claro.
Parece-me que a vida está a ser muito clara comigo.
Há alguns meses que os mais próximos me ouvem dizer que quero deixar de fazer consultoria de comunicação e MKT. Estou cansada, não tenho saco para as cenas: "a minha pilinha é maior que a tua" e aflige-me a tamanha ignorância que anda por aí.
Ontem tive de estar presente numa reunião, de um cliente meu com outra entidade, para preparar e prevenir uma acção. Como tive resolver muitas situações de comunicação de crise, sou sempre preventiva. E eis que se me deparo, mais uma vez com uma ignóbil (não, eram 3 porque as descabeladas da agência dela também contam) que começava as frases com: "olhe, eu já fiz televisão aqui", "oiça, eu participei no programa y", "se há alguém que conhece o sr.x esse alguém sou eu". Amiga, leva lá a bicicleta. As pessoas que começam muitas frases com "eu, eu, eu" normalmente precisam de ajuda profissional.
A tonta em vez de aproveitar para ter consultoria de graça, e em vez de se fazer esperta perceber o outro lado das coisas, foi um embeciloide como são todas as que ocupam cargos de direcção sem terem competência para eles.
O pequeno caniche atacou os meus antigos patrões quase até ao desmaio, o que revela apenas o tamanho da mossa que uma multinacional, cotada na bolsa, costuma fazer num estabelecimento de esquina. Foi uma chatice porque acabamos a "pegar-nos", até porque eu gosto de exercitar a minha assertividade com estas caniches assanhadas que acabam a justificar a sua falta de cházinho e colégio inglês, com um "desculpe lá, que eu sou muito impulsiva".
Enfim, no caminho de volta, desliguei a consultora de comunicação e liguei a directora geral que há em mim e fiz dois telefonemas que andava a adiar. Os dois foram altamente produtivos, claro.
Parece-me que a vida está a ser muito clara comigo.
segunda-feira
TRENDALERT, O MOVIMENTO
Anda por aí uma massa de gente, com muito bom-gosto, olho clínico para a mudança, e dente afiado. Essa massa de gente está a escrever a história de um tempo a congelar imagens nas suas Lomos, Nikons e GoPROS.
A esta gente, junta-se a mais gente todos os dias. Começaram 6 + um investidor (player do mercado). Em 4 dias eram 37, em 6 dias eram 50 e agora já não conseguimos contá-los. E vão em movimento compassado para fazer a revolução. Esta massa de gente está no TRENDALERT a mostrar o que significa disrupção.
Nasceu a primeira comunidade de caçadores de tendências portuguesa.
quinta-feira
De volta a casa
depois de 15 dias de molho na praia, de pés descalços na relva e refeições no jardim. Também foram umas férias cheias de pesadelos porque a casa da tia São é ultra óptima, mas os colchões...
Já fomos buscar a Fiona à Quinta das Patinhas.
Já desfizémos as malas e pusémos a roupa a lavar.
A Marilsa passou por cá e deixou a casa num brinco.
Vamos reorganizar e preparar-nos para a reentré.
terça-feira
sábado
quinta-feira
quarta-feira
sábado
Uma prenda para o amor
Juro-vos que isto é o que está nas portas das wc das senhoras do Fórum do Montijo. O que estará escrito nas portas deles?
domingo
sexta-feira
Rituais de ano novo
Todos os anos, nestes dias faço uma série de coisas, ritos, acções que me foram passados pelas gerações anteriores. São superstições como qualquer família tem, mas sem as quais não me sentia segura.
Nos dias que antecedem o ano novo, começo a deitar tudo fora: revistas antigas, extractos bancários, roupa velha, cremes... a carga começa. No último dia do ano ouve-se música desde manhã, queimam-se incensos em toda a casa e fazem-se as últimas limpezas.
À noite, comem-se iguarias e bebe-se champanhe para atrair coisas boas para a mesa do ano seguinte. As 12 passas foram trocadas por bagas de romã.
Os dois rituais mais parvos são: colocar dinheiro a entrar em casa (de forma crescente: fora da porta 10 cents, por baixo da porta 50 cents, dentro de casa 2 euros) e, no primeiro dia do ano engraxam-se os sapatos todos que há em casa.
O mais importante de todos os rituais é perdoar e deixar os ressentimentos no ano velho.
domingo
Finalmente
ao cabo de mais de 3 anos a viver nesta casa, deixámos de ter um buraco no tecto, que fazia os nossos amigos e visitas desmancharem-se a rir, para termos uma quentinha e útil salamandra. Foi por uma boa razão: gastámos o dinheiro das obras a tentar salvar a nossa primeira cadela, a Fisga. Por isso, a Fiona quis ficar na foto, para lhe prestar homenagem.
A minha anjinha Fisga, está finalmente em paz.
sábado
sexta-feira
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