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O livro das ilusões

Hoje fiquei doente em casa e fiquei mesmo na cama, dormi, descansei e recuperei da gripe. E terminei um livro que entrou directamente para o meu top 10. Eu nunca fui muito fã do Paul Auster, mas "o Livro das Ilusões" é uma das melhores obras que li até hoje. Cheia de ganchos, de enredos intrincados, de sinais para o que vai acontecer umas páginas mais à frente, simbologias e pequenos detalhes cheios de significados.
Sempre o achei muito seco, filmatográfico e só. Nunca o achei genial na escrita, na fonética e na dialéctica. Li o "Timbuktu", "Lulu on the bridge" e "A Noite do oráculo" e nunca nenhum dos seus livros me tinha deixado a pasmar num parágrafo e mais à frente com outro, e mais à frente... e mais à frente... e na última página.
Finalmente, tal como todo o comum dos mortais leitores de Portugal... virei fã de Paul Auster.
sexta-feira
Os livros

Queira Deus que o interesse dela pelos livros assim se mantenha. Ela adora-os, folheia-os, palrra com eles e esfrega os seus cantos nas gengivas, numa tentativa desesperada de fazer sair os dentes presos. Gosta deles mais para o maneirinho, fáceis de pegar, mas não é esquisita quanto ao conteúdo, pode ser um Mario Vargas Llosa, um Hugo Gonçalves ou Eckart Tolle.
No caso do segundo é especialmente engraçado porque a contra-capa do livro é ocupada por uma fotografia gigante do autor, e eu espatifo-me a rir ao ver a minha filha a babar-se e a tentar lamber a cara de uma das minhas primeiras paixões na vida. Era eu uma miúda de farda do colégio Luisa Sigea, óculos e aparelho nos dentes, ele o maior gozão de que há memória na história dos Salesianos.
E eu que o achava tão giro e tão convencido, nunca imaginaria que o futuro dele passaria, 20 anos mais tarde, por autorias do dito espalhadas pela minha sala.
A escrita parece-me ser-lhe automática, disparada, como uma máquina fotográfica em modo contínuo a captar cenas, das quais ele, depois, muito habilmente, escolhe as melhores. Seco, quase jornalístico - talvez porque também o é -, uma frase, uma ideia, mas contundente. Não nos deixa respirar. É difícil acompanhá-lo, porque ele escreve imagens e isso obriga-nos a ir ver.
Eu sugiro especialmente o segundo livro, onde ele ousou pensar um mundo sem mulheres. "O coração dos homens", Oficina do livro.
segunda-feira
Robin Sharma
há quem lhe chame guru, mestre ou visionário. Como ele próprio afirma é apenas um homem normal a educar duas crianças e a tentar que o seu dia de hoje seja melhor que o de ontem. Ele é o autor de um dos meus livros favoritos, o "Monge Que Vendeu O Seu Ferrari", que reli durante este periodo em casa, bem como o "Quem Chorará Por Mim?". E sempre que isso acontece (uma mão cheia de vezes) os livros operam em mim uma enchorrada de novas ideias e de posicionamentos perante a vida muito importantes para poder crescer como pessoa. Quando o leio, lembro-me de ser mais verdadeira comigo própria (que infelizmente chateia imenso os outros), e faz-me reflectir profundamente sobre que legado quero deixar. Aconselho uma visita ao site dele sobretudo para olhar para a lista de must read e os favoritos.
Leitura de Verão

Xis ideias para pensar, Laurinda Alves, Oficina do Livro.
Criative-se: Usar em caso de escrita, Pedro Sena-Lino, Porto Editora.
O sorriso das estrelas, Nicholas Sparks, Editorial Presença.
Feng Shui simplificado, Clear Englebert, Pergaminho.
Escuta o teu corpo, Lise Bourbeau, Pergaminho.
A caverna, José Saramago, Caminho.
quinta-feira
domingo
Tricia Guild
Sempre fui fã dos tecidos e papel de parede da Designers Guild, by Tricia Guild. Quando era pequenina colecionava as páginas da publicidade dela.
Na compra do novo sofá cá para casa (parece que vai ser este mês)... os padrões e formas desta criativa designer vão ser tidos em conta.
Must have... os livros dela: tricia guild: Flower Journal e Tricia Guild: using pattern to create...
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